Casa Figueira: quando o entorno é tratado com o mesmo rigor que a edificação
1 milhão de m² em Campinas. 66 lotes urbanizados, mais de 100 torres residenciais, 240 mil m² de área verde — sem muros, sem barreiras urbanas. Segurança pelo desenho urbano, não pelo isolamento. Certificação ACQUA-HQE e conceito policêntrico.
Empreendimentos de luxo que viraram referência ao redor do mundo têm um ponto em comum: o espaço público ao redor foi tratado com o mesmo rigor que a edificação.
Sim, o entorno conta. O que existe do lado de fora impacta consideravelmente na experiência que você terá dentro. E no Brasil, essa aposta está sendo feita pela primeira vez em Campinas, pelo Iguatemi.
O que sempre aconteceu no alto padrão brasileiro
Até então, os empreendimentos de luxo no Brasil preocupavam-se única e exclusivamente com o seu interior. Tudo era impecável — e a monumentalidade praticamente era um item obrigatório para esse empreendimento ser considerado luxo. Porém, da porta pra fora, a calçada, a rua, o comércio, todo o entorno, o espaço público ao redor ficavam sob uma responsabilidade difusa — e relegado a ninguém.
Fato é que você tem projetos tecnicamente primorosos convivendo com um entorno que os contradiz. Quem trabalha ou circula nesses espaços paga essa conta todos os dias — sem perceber exatamente por quê a experiência parece incompleta.
Casa Figueira: 1 milhão de m² pensado como bairro aberto
É aqui que entra o Grupo Iguatemi, que está construindo um bairro de 1 milhão de metros quadrados em torno do Shopping Iguatemi, em Campinas.
- 66 lotes urbanizados
- Mais de 100 torres residenciais
- 240 mil m² de área verde
A escala é expressiva. Mas o que torna esse projeto notável é o seu conceito.
Trata-se de um bairro aberto — sem muros, sem barreiras urbanas. A segurança não se dá através do isolamento, mas de um desenho urbano que permite que as pessoas escolham como desejam viver, trabalhar e conviver.
Segundo a arquiteta Margarida Caldeira, arquiteta urbanista responsável pelo masterplan do projeto:
"Com a zeladoria em dia, pessoas circulando, impomos de forma sutil um ambiente seguro."
Pensando nisso, microcentralidades foram desenhadas para oferecer comodidade sem grandes deslocamentos — ou seja, será um bairro policêntrico, com grande diversidade de uso, que reunirá todos os elementos básicos para se viver.
Certificação internacional
Com toda certeza é um projeto inovador. Tanto que o compromisso com o meio ambiente e os padrões ESG é tamanho que o projeto já conquistou a certificação ACQUA-HQE — um dos selos internacionais mais rigorosos de construção sustentável.
O que a história ensina
A história não nos deixa mentir. Os empreendimentos de luxo que se tornaram referência foram concebidos olhando para a vizinhança e facilitando a conexão, privilegiando o deslocamento, a segurança, promovendo o bem-estar — e, claro, inspirando um novo urbanismo.




